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10 de mar de 2012

Mutirão regulariza imóveis em Ipaba

 Para Everton Couto, a meta é fornecer o documento que representa a posse legal do imóvel
 
IPABA - A Prefeitura Municipal iniciou este mês um mutirão para levantar e regularizar a documentação dos mutuários e, assim, possibilitar que os moradores recebam a escritura e se tornem donos legais e definitivos de suas moradias. Conforme Everton dos Reis Couto, secretário Municipal de Fazenda, são muitas famílias ipabenses que residem em áreas regularizadas, mas que ainda não possuem o documento definitivo e legítimo do seu imóvel. O objetivo é regularizar cerca de 6.000 imóveis.
“A meta é coletar as matrículas de escrituras existentes da Comarca de Caratinga e depois convocar as pessoas que não têm a escritura para iniciar o processo e assim ter o documento que representa posse legal de seu imóvel. Através de parceria com os cartórios vamos entregar as escrituras registradas a baixo custo”, explicou Everton Couto.
A regularização fundiária de Ipaba se arrasta há quase 20 anos. “Na verdade, o problema, que é histórico, começou quando o município se emancipou de Caratinga. A maioria dos imóveis de Ipaba estava registrada em Caratinga. Com o passar dos anos, os moradores de Ipaba começaram a registrar os seus imóveis no Cartório de Ipatinga. O mutirão segue uma orientação do Ministério Público, que mandou paralisar todos os processos em virtude da duplicidade de matrícula das escrituras”, explicou Everton Couto.

CONVOCAÇÃO
Para o secretário de Fazenda de Ipaba, muitos contribuintes reclamam que tentam regularizar a situação fundiária do seu imóvel ou do seu lote e recebem a informação de que o processo está paralisado. “O Cartório de Caratinga nos pediu um prazo de dois anos para levantar todas as matrículas e regularizar a situação. Mas não temos tempo, por isso estamos quase que assumindo o papel do cartório, convocando os moradores para o mutirão, permitindo que o município aumente sua arrecadação tributária”, disse Everton Couto.
O mutirão das escrituras - que terminará no dia 31 de março - prevê a ida dos servidores da Secretaria de Fazenda até os moradores de Ipaba.
Para tirar dúvidas, a Prefeitura de Ipaba disponibilizou os telefones (33) 3327-1114 ou 1226.

9 de mar de 2012

Nova-erense também foi vítima do golpista da fotografia

 Acusado de ser o golpista, homem identificado como Danilo é procurado pela polícia
 Ele levaria a vítima pra Ipaba
Por Tatiana Santos
O fotógrafo Moriá Benevides, 20 anos, de Nova Era, foi vítima do estelionatário que tem aplicado golpes em diversos fotógrafos de Minas Gerais e em outros estados, como Rio de Janeiro e Goiás. A vítima teve um prejuízo de cerca de R$ 9 mil em equipamentos furtados.
 
O golpista, que está sendo procurado pela polícia, abordou Moriá na última quarta-feira, 7 de março, para contratar seus serviços. Identificando-se como Danilo Cavashi e com diversas informações da cidade, o suspeito se apresentou como delegado recém-chegado. Moriá não desconfiou de nada devido às informações sobre uma possível troca de comando da Polícia Civil.
 
De acordo com Moriá, o estelionatário iria contratá-lo para fazer fotos em um haras de Ipaba, próximo a Ipatinga. O fotógrafo foi para o local no carro do golpista, com placa do Rio de Janeiro. “Danilo havia falado que contratou um outro profissional que furou com ele para este serviço”, conta.
 
No caminho, o fotógrafo estranhou, pois o suposto delegado fez uma ligação pedindo a um amigo empréstimo de R$20 mil, parando em Jaguaraçu para pegar tal dinheiro. Na cidade, resolveram almoçar em uma pensão. Foi quando o falso delegado se levantou falando ao telefone, saiu para o lado de fora do estabelecimento e  fugiu em poucos instantes.
 
Prejuízos
Moriá afirma que teve um prejuízo de aproximadamente R$ 9 mil, já que o estelionatário levou três câmeras profissionais Nikon, modelos D80, D90 e D300S. Uma delas havia sido comprada no dia anterior.
 
Ainda de acordo com a vítima, o golpista geralmente se identifica como Danilo Cruz e tem entre 30 e 35 anos. “Ele não usou arma e tem muita lábia”, conta. O acusado do crime já tem cinco mandados de prisão em aberto no Rio de Janeiro. Diversos veículos de comunicação, como o portal Estado de Minas e rede Globo, relataram os golpes aplicados pelo estelionatário. 
 

7 de mar de 2012

Jovem morre afogado em lagoa no Vale do Rio Doce

Um jovem de 26 anos morreu afogado em uma lagoa no centro de Ipaba, no Vale do Rio Doce. De acordo com o Corpo de Bombeiros, o corpo do rapaz foi resgatado nesta quarta-feira (7) após uma equipe mergulhar no local.

De acordo com os bombeiros, testemunhas contaram que o jovem Elisney Xavier se afogou ao ir buscar uma bola de futebol que caiu no meio da lagoa durante uma partida entre amigos.

Segundo os bombeiros, o jovem se afogou na segunda-feira (5) e desde então buscas eram feitas na lagoa.

4 de mar de 2012

Ação contesta tarifa cobrada pela Univale

 Empresa pediu ao DER revisão na tarifa cobrada entre Ipatinga e Ipaba
Alex Ferreira
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Empresa alega que já solicitou ao DER revisão no valor da passagem e no roteiro da viagem
DA REDAÇÃO – Uma representação entregue ao Ministério Público de Ipatinga, nesta semana, questiona a tarifa cobrada na linha intermunicipal Ipatinga/Ipaba. O autor da ação alega que há mais de seis anos a concessionária da linha vem cobrando um valor superior ao que deveria ser praticado por usar um trecho de 4,5 km mais curto.
De acordo com informações descritas na ação, o percurso da linha sempre era feito pela chamada “estrada velha”, próximo ao Vale Verde, cujo trecho faz a ligação entre a BR-458 e o centro da cidade de Ipaba.
Mas há cerca de seis anos a pavimentação de um novo trecho deu uma nova opção de acesso ao município, também com ligação a BR-458 ao centro de Ipaba. O novo acesso permitiu a redução de 4,5 km no percurso e totalizando 18 km, enquanto pela estrada velha o percurso total era de 22,5 km.
O autor da ação, Célio Marcelino da Cunha, afirma que a Univale passou a utilizar o novo percurso, com redução de 4,5 km no trajeto e, mesmo assim, a tarifação permaneceu inalterada. “O fato é que a tarifa cobrada pela empresa tem sido superior à legal, pois durante seis anos foi cobrada tarifa por trecho mínimo 4,5 km a mais do que o realmente percorrido”, pontua.
Ainda segundo Célio Marcelino, pela tabela vigente na Secretaria de Estado de Transportes e Obras Públicas (Setop), o preço do quilômetro rodado para este trecho deve ser de R$ 0,170587. “Por isso, o preço da passagem, conforme a quilometragem real, deveria ser de R$ 3,07. No entanto, o preço praticado é de R$ 3,90”, contesta.

Alex Ferreira
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Luiz Peixoto afirma que mudança no trajeto reduziu o percurso de 24,4 km para 22,8 km
O representante da ação alega que também fez contato verbal com a Setop em Belo Horizonte. Na ocasião, a Secretaria informou que não consta nenhuma informação sobre a utilização do novo trecho pela concessionária. E, segundo o órgão, o percurso é feito pela mesma estrada desde que o início da prestação dos serviços.

Outro lado

Em entrevista ao DIÁRIO DO AÇO o diretor executivo da Univale, Luiz Peixoto, explicou que a empresa fez um pedido de alteração no trecho de Ipaba em 2007 para a rota de ida pelo trevo velho e volta pelo trevo novo. O pedido foi acatado, e a viagem foi reduzida de 24,4 km para 22,8 km. A empresa enviou ao DIÁRIO DO AÇO cópia de planilhas do Quadro de Regime de Funcionamento (QRF) onde consta a quilometragem informada, com datas de março de 2007.
Luiz Peixoto alega que é de interesse da empresa a redução da tarifa e por isso já solicitou junto ao Departamento de Estradas e Rodagens (DER) a revisão do valor e alteração do roteiro pela estrada nova. O pedido sugere que a estrada que dá acesso a Ipaba pelo trevo novo oferece segurança ao entrar e sair, com acostamento e devidas sinalizações. A empresa ainda não obteve autorização para seguir pelo trecho novo nos dois sentidos.
 FONTE: DIARIO DO AÇO

Voz do Povo

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